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De férias em Itaperuna, Rio de Janeiro, o técnico Cacaio, vive a expectativa da resposta do Clube do Remo à sua proposta para permanecer no comando do time, em 2016. O diretor de futebol, Sergio Dias, disse que o sim ou não da diretoria seria nesta terça-feira, 17. Confira a entrevista que gravei com o técnico Cacaio, nesta manhã de terça:

O que falta para a sua renovação de contrato?

Na semana passada, você chegou a dar entrevistas afirmando estar tudo certo para a sua volta. O que aconteceu para isso ainda não se confirmar?

O que o Remo ainda lhe deve?

O atual presidente, Manuel Ribeiro, lhe deu algum prazo para a resposta azulina?

Você quer ficar?

Quais são seus planos para o Remo em 2016?

 

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Nosso entrevistado de hoje é o Diretor de Futebol do Cube do Remo, Fred Gomes. Cearense “arretado”, de personalidade forte, Fred entrou no Clube de Antônio Baena e com muita seriedade e trabalho, ajudou a montar o elenco de 2015. Aparou arestas e foi o elo de ligação fundamental na relação entre atletas e diretoria. Fred não é muito de falar, mas vem respondendo com seu trabalho vitorioso e o reconhecimento dos clubes pelos quais passou. E aqui não seria diferente.

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Quem é Fred Gomes?

É uma pessoa oriunda  do estado do Ceará,  trabalhador que possui uma personalidade forte, muito perfeccionista nas atividades que desenvolvo , além de seu uma pessoa exigente e muito justa.

Fred, você começou sua carreira na gestão executiva em 2009, fazendo um estágio no Vasco da Gama, junto com o Rodrigo Caetan. Sua primeira experiência como executivo de futebol foi entre 2010 e 2012 no Ceará e depois, Icasa, onde trabalhou nos bastidores para o acesso à série B, tendo ainda depois um  papel importante na permanência do clube na B com algumas contratações chave  na reta final. Hoje chega no Clube do Remo, conseguindo um título e o tão almejado acesso. Qual o segredo do sucesso?

Iniciei minha carreira como dirigente no futsal no ano de 2003 e encerrando em 2008, onde conquistei títulos por agremiações diferentes. Após essa experiência aceitei o convite do meu amigo Jurandi Jr para ser supervisor de futebol do Cerará Sporting Club cargo que exerci durante o ano de 2009 até julho de 2010. Com a saída do então gerente de futebol para outro clube, acumulei as funções até dezembro de 2010. Já em 2011 fui efetivado no cargo de Gerente ficando até outubro deste mesmo ano. Em 2012 iniciei o ano buscando qualificação profissional tanto dentro quanto fora do estado, sendo que em junho aceitei um novo desafio assumindo o cargo, a convite do presidente da entidade, de Gerente Operacional na Federação Cearense de Futebol, onde permaneci até inicio de dezembro, pois já tinha acertado minha ida em 2013 para o Icasa onde trabalhei durante todo o ano de 2013 fazendo uma campanha histórica por um clube pequeno do interior do Ceará ficando a 1 ponto da Série A.

Em 2014 retornei a Federação Cearense de Futebol para ocupar o mesmo cargo que exerci no ano de 2012, permaneci durante o período de 1 ano até receber e aceitar o convite do Clube do Remo, feito pelo então Vice-Presidente Dr. Henrique Custódio, para ser Executivo de Futebol cargo que exerço até hoje.

Esta caminhada de sucesso atribuo a dedicação ao trabalho e respeito as instituições que trabalhei, além de respeito as pessoas que fazem o nosso dia a dia profissional, buscando sempre a melhoria estrutural da instituição e qualificação dos profissionais que compõem o nosso departamento.

Encontrou muita dificuldade dentro do Remo, na tentativa de profissionalizar o futebol azulino?

Encontrei muita dificuldade, da qual analiso como normal, pois tínhamos um gigante adormecido que vinha de insucessos dos anos anteriores, mas com o passar dos meses fomos  conseguindo implementar o trabalho da melhor maneira possível, o que nos levou ao alcance dos objetivos.

Durante o ano de 2015, o Remo saiu de total descrédito, para um ano muito bom. Saindo de uma eliminação no primeiro turno do paraense, antes das finais, para o título, final da copa verde e acesso. Sabe-se que por várias vezes, os jogadores tinham em você um canal entre atletas e clube. Como conseguir tamanha credibilidade com os jogadores?

A credibilidade juntos aos atletas e profissionais se consegue com respeito e confiança tratando todos como iguais, mostrando sempre o que é correto e sendo simples e objetivo nas atitudes do dia a dia.

Fred Gomes fica pra 2016?

Tenho a intenção de permanecer para o ano que vem e dá seguimento ao trabalho iniciado este ano, tudo dependerá da diretoria que comandará o clube.

O que esperar do Remo em 2016?

Independente de minha permanência ou não espero que o clube continue seguindo o caminho que está trilhando de respeitar seus profissionais e buscar cada vez mais melhorias que sejam compatíveis com sua grandeza

Você  já tem entrado em contato com possíveis reforços pra próxima temporada? Já existe alguém no radar? Quem?

No momento, o clube esta buscando resolver as pendencias com aqueles profissionais que não renderam o que nos esperávamos e buscando a renovação com os que tiveram rendimento positivo. Sobre novos contratados, temos nosso banco de dados e no momento a prioridade é definir a situação do treinador e do comando do futebol.

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Nosso personagem da semana é o Dr. André Cavalcante, diretor do programa de sócios Nação Azul, do Clube do Remo. Na sua gestão, o programa decolou, já é realidade, possui mais de 11 mil torcedores cadastrados, sendo que, mais de 7 mil estão adimplentes. O Nação Azul, apenas no mês de outubro, gerou uma receita pros cofres azulinos de  R$383.000,00. Dr. André é também um dos nomes mais falados pela torcida para ser o novo  Presidente do Clube. Hoje, vamos conhecer um pouco sobre ele,sua opinião sobre os bastidores, e, afinal, se toparia a missão  de ser Presidente e o que espera como futuro ideal pro Clube.

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1. Essa semana, no Clube do Remo, tivemos a renúncia do Presidente Pedro Minowa e de seu vice, o Dr. Henrique Custódio. Demos início à uma nova corrida eleitoral no Clube azulino. Seu nome é ventilado com muita força nas redes sociais pela torcida, como um possível candidato à  Presidente do Clube. Pretende se candidatar?

– Ser candidato é aspirar a algo, àquilo a que se candidata, assim, se você me perguntar se sou candidato à Presidência do Clube do Remo, lhe direi que sim, que sou Candidato, pois qual o Remista que um dia não almejou fazer algo de forma efetiva em benefício do Clube? Agora, se serei Candidato no pleito que se avizinha, ainda não posso lhe responder.

Veja, o Clube só saírá da situação que se encontra, se conseguirmos convergir todos os esforços em prol da instituição. Essa união tão necessária não brotará do nada, ela precisa ser discutida, debatida, trabalhada por todos os grupos, que ora se organizam para participar do pleito. O ideal seria uma Chapa única, pois pacificaria definitivamente o Clube. Assim, se nesse contexto, meu nome surgir como uma alternativa, não fugirei à luta, não me omitirei.

Nunca seria candidato por mera vaidade. Sei que posso contribuir com o Clube de outras formas, em outras frentes, porém, repito, se necessário, e, principalmente, se conseguirmos aglutinar um grupo de apoio forte e coeso, ficarei muito honrado em disponibilizar meu nome para julgamento pelo voto dos Remistas.

 

2. O sócio torcedor azulino atualmente possui mais de 11.000 sócios e mais de 7.000 adimplentes, o que gera uma receita fixa mensal de mais de R$ 300.000,00 mensais ao Clube. Qual o segredo do sucesso do programa? Você se preparou pra isso?

– Quando assumi o NAÇÃO AZUL, programa Sócio Torcedor do Clube do Remo, no final de junho de 2015, decidi, antes de tudo, estudar casos de sucesso no Brasil. Assim, enquanto a casa era “arrumada” internamente, busquei, inclusive in loco, conhecer o que os grandes Clubes do país estavam adotando como estratégia para seus respectivos programas.

Após este período de estudos e reorganização interna, que levaram dois meses, em setembro lançamos a nova campanha denominada “PELO REMO SOMOS LEÕES”, a qual foi alicerçada em uma forte e agressiva campanha de marketing. Concomitante, lançamos o que entendo ser o divisor de águas, o Programa NAÇÃO AZUL, o primeiro programa em TV aberta de um Clube de Futebol no norte do país. A soma desses fatores elevou a auto estima dos nossos torcedores que, assim, passaram a acreditar na proposta desta “nova” NAÇÃO AZUL.

Logicamente que o momento do time no Campeonato Brasileiro da Série D, que culminou com o acesso á Série C após 7 anos de tentativas frustradas, também contribuiu de forma decisiva para alavancar o Sócio Torcedor do Clube.

3. Caso não surja esta oportunidade pra Presidência,  você pretende ficar no programa de sócios Nação Azul?

– O Clube do Remo é uma instituição grande e complexa. Hoje o Clube possui, além do futebol profissional, que dispensa maiores comentários em termos de tempo e dedicação, as divisões de base, os esportes amadores e olímpicos, além das demais facetas de um Clube social. Assim, é quase impossível um Presidente se dedicar a outra coisa a não ser a administração macro da instituição.

Por conta disso, é muito importante que qualquer um que pretenda assumir a presidência do Remo possua quadros em seu grupo de apoio, pessoas qualificadas para exercerem as mais diversas funções no organograma do Clube.

Nesta perspectiva, mesmo acreditando que o programa Sócio Torcedor é a melhor alternativa para equacionarmos nossos problemas financeiros, e no cenário de um possível êxito no pleito, não haveria como acumular tais funções. Porém, pela importância externada, seria um dos aspectos do Clube que mereceriam um acompanhamento diferenciado.

Completando a resposta, no segundo cenário, não galgando à presidência, sempre estaria disposto a comandar o programa pela importância já declinada.

4. O que é o melhor para o Remo neste momento?

– O Clube precisa ser pacificado, precisa ter um “timoneiro”, um líder referendado pelo corpo social do Clube, alguém que pudesse aglutinar forças e esforços em prol do Remo. Assim, não há outra saída senão a convocação de novas eleições.

As novas eleições não seriam possíveis apenas com a renúncia do Presidente Minowa, pois estatutariamente deveria assumir a presidência o seu vice, Dr. Henrique Custódio, contudo, com sua renúncia na última segunda-feira (09/11), o panorama mudou e as eleições serão inevitáveis.

Por outro lado, todos os atores do pleito precisam entender que passadas as eleições, os palanques devem ser desarmados e que todos, vistam literalmente a camisa do Clube do Remo e caminhem juntos, lado a lado. Esse pleito precisa ter apenas um vencedor, o CLUBE DO REMO.

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O assunto do dia, nesta quinta-feira, entre a torcida do Paysandu, foi a suposta contratação de Pikachu pelo Flamengo. Em uma rede social, um perfil não oficial do clube divulgou que o jogador seria a nova contratação do time carioca. Mas Pikachu desmentiu a contratação e desabafou sobre a acusação de alguns torcedores de que ele estaria com rendimento abaixo do esperado nesses últimos jogos, por conta de um possível pré contrato com o Flamengo.

Confira o que o lateral bicolor falou:

 

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Amigos, a derrota do Paysandu contra o América-MG já era esperada. Sejamos realistas, o time mineiro é tão encardido quanto uma camisa de comercial do OMO. O coelho, do velho Giva, joga em profundidade, e nessa terça, esbanjou objetividade. O Paysandu pecou por seu futebol de toquezinhos  pro lado, sem poder de penetração. Mas como um náufrago no meio de uma ilha deserta, a torcida ainda se agarra a uma bola da Wilson. “Somos” todos Tom Hanks, no filme “Náufrago”. Vencendo os 4 jogos que faltam, o Paysandu pode conseguir o milagre do acesso à série A. A torcida se agarra desesperadamente a essa chance. Vejamos o porquê de essa bola da Wilson, essa última esperança, estar nas mãos do Paysandu:

Na briga pela última vaga, 4 times estão acima do Paysandu: Bragantino, Bahia, Sampaio e Santa Cruz. Avaliando os próximos confrontos desses concorrentes imediatos, percebemos que eles terão um caminho de pedras pela frente. O Bragantino, por exemplo, vai ter uma bimbarra. Vai pegar o Ceará, em pleno Castelão, com o time jorrando sangue contra o rebaixamento. Dentro de casa, o Bragantino vai jogar contra o Sampaio, que também se engalfinha pelo G4. E pra complicar mais ainda a vida do Braga, ele pegará por último o Náutico, também na briga pelo G4 e lá, em Recife!

Outro acima do Paysandu é o Santa Cruz, que também terá 3 pedreiras pela frente: o Bahia, fora de casa, também concorrente direto ao acesso; o Vitória, em casa, mas sempre uma carne de cabeça e pra completar, enfrenta o Botafogo, louco para assegurar o título da série B por antecipação nesse jogo.

O Sampaio, outro concorrente direto à essa última vaga, também não terá vida fácil. Mas seus dois últimos jogos serão fora de casa, com concorrentes difíceis: o Bragantino, que briga pelo G4 e o CRB, que briga contra o rebaixamento. Por fim, temos o Bahia como rival nessa briga pela última vaga. O time da Claudia Leitte vai lutar diretamente com 2 concorrentes ao acesso: Santa Cruz (dentro de casa) e Náutico (fora).

Por outro lado, o Paysandu, NA TEORIA, é o que vai ter a missão menos penosa. Vejamos:

O Mogi Mirim, apesar de o jogo ser lá em Mogi, já está rebaixado e portanto, apenas cumprindo tabela. Depois do Mogi, o Paysandu vem jogar duas partidas em Belém, contra dois adversários considerados “café com leite”: Luverdense e Criciúma, ambos sem chances no G4 e sem riscos de rebaixamento. Por fim, o time bicolor jogará fora de casa contra o Oeste, que, a essas alturas, já deverá ser um franco atirador.

O problema, bem sabemos, é que o Paysandu parece ter gostado da fama de se enrolar com adversários teoricamente fáceis. Foi assim nas duas partidas contra o Macaé e nos jogos em Belém, contra o Náutico e Sampaio. Mas por que não acreditar que agora, na reta final, o time que “quando perde é por descuido, mas depois vem a virada” vai rasgar essa lei de tropeçar no fácil e fazer simplesmente o que tem que fazer? Com o instinto de Pollyana, aquela da literatura francesa, uma otimista nata, e agarrados, como náufragos, numa bola Wilson, muitos torcedores ainda acreditam no sonho do acesso. Mas e os jogadores? O que os motiva? Vejamos o que o lateral João Lucas, que só ficou de fora de um único jogo, contra o Macaé, por causa do nascimento do seu filho, tem a dizer:

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(Foto retirada do site oficial do Paysandu)

Se vocês soubessem o que aconteceu no vestiário do Paysandu, no intervalo do jogo contra o CRB, ficariam orgulhosos. Mesmo que você, que está lendo esta crônica, não seja bicolor, ficaria feliz em conhecer mais uma história que evidencia o triunfo da alma. Foi ela que fez toda a diferença, amigos. Não a alma que virou bordão, no raso almanaque de psicologia do futebol moderno. Mas a alma genuína, aquela que arranca o melhor de você quando é mais preciso. Aquela que vira e revira sua alma do avesso. E que é capaz de fazer virar jogos impensáveis.

O técnico do Paysandu já tinha anunciado que Zé Carlos, o artilheiro da série B, que veste a camisa do CRB, teria que ter uma marcação especial. Fez o óbvio: colocou o volante Capanema como um pitbull, arfando no cangote do atacante alagoano. Capanema, o monstro do combate, o rei da marcação. Mas, por um desses desastres que vez em quando acontecem, quando os anjos tortos resolvem descer para brincar um pouco nos gramados de futebol, Capanema escorregou na entrada da grande área bicolor e deu de presente o gol para o artilheiro. Atônita, a torcida bicolor parecia não acreditar. Não, não poderia ter sido ele, o “capamito” destruidor, pedra na chuteira de ídolos rivais, não! Mas foi. Deu se então o improvável. Capanema, o mito da torcida bicolor, passou a ser execrado por parte dos torcedores que estavam nas cadeiras do Mangueirão. Alguns só faltaram lhe chamar de quadrúpede de 28 patas. Em campo, depois da falha, o jogador estava visivelmente atordoado. Errava passes, parecia carregar um Mangueirão inteiro nas pernas. Alguns gritavam pela sua saída. Eu mesma, cheguei a pensar que seria desumano permanecer com aquele Capanema combalido em campo. Tolinha..Pareço ter esquecido, por alguns instantes, a mística superadora que rege o futebol.

Pois bem, amigos. Deu-se então, o milagre. No vestiário, o atacante Leandro Cearense reuniu os jogadores e, com os olhos varados de luz, ordenou: “precisamos dessa vitória para o Capanema!” O time voltou para o segundo tempo com a mesma camisa, os mesmos jogadores.  Mas, definitivamente, o Paysandu não era o mesmo. Tudo começou a dar certo. Todos corriam. Até a camisa 10 que já tinha vestido, só esse ano,  Rogerinho, Leandro Canhoto, Carlinhos, Leleu (toc toc toc) , Djalma, Carlos Alberto, Valdívia e Roni, parecia se ajustar no peito do tão criticado Aylon. E foi ele, o menino Aylon, com a 10 nas costas, que empatou o jogo para o Paysandu. O mais improvável aconteceu depois. Capanema, o anti herói do início do jogo, fez o gol da virada bicolor. Teriam mais três bolas na rede depois. Mas o gol do Capamito deixava tudo novamente em seu devido lugar. O Paysandu passava a ser de novo o Paysandu da torcida. O que corre, o que não se entrega, o que faz sofrer, o que surpreende. Mas a partir de agora, a responsabilidade não é só deles. A torcida bicolor também precisa voltar a ser o que era e abraçar o time nesses dois últimos jogos em casa, dias 14 e 21, contra Luverdense e Criciúma. Os jogadores pedem para que você, torcedor, os carreguem no colo nesse momento. O acesso é difícil, mas ainda possível. No jogo contra o CRB, mesmo com menos de 15 mil torcedores, foi a torcida quem empurrou o atacante Heliton Jr, se arrastando em campo porque voltou recentemente de uma contusão, para fazer o gol que selou a goleada bicolor de 5 x 1. Ouça o depoimento do goleiro Emerson aqui embaixo, em uma entrevista pelo rádio, relatando a conversa com Wellington Jr, e saiba porque o torcedor bicolor tem a obrigação de sair do sofá e ir ao Mangueirão, acreditar no sonho do acesso.

Eu escolhi acreditar. E você?

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